sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Sim, eu aceito

Eu já cheguei a afirmar, depois de ter me frustrado seriamente com o tema, que não queria me casar. A sentença seria um oásis para muitos homens que não têm essa pretensão. Eu seguia um ditado antigo: “Bem casado é quem bem vive”. Não fazia questão do papel, da cerimônia, dos votos, das testemunhas. Bastava viver junto e feliz.


Mas ele insistiu. Fazia questão de tudo o que manda o figurino: a cerimônia, a bênção, os convidados, o papel, a festa... Tudo! Diante de um pedido de casamento tão lindo como o que ele fez, e sabendo por experiência que viver com ele já era o que mais me fazia feliz, aceitei.

Hoje, passada a cerimônia toda, sinto-me na obrigação de alertar àqueles (especialmente àquelas) que dizem também não querer casar:

CASEM-SE!

Não estou fazendo campanha para que o casamento aconteça sem pensar, sem ter certeza de que é aquilo mesmo. Minha campanha é de que, uma vez encontrada a pessoa com quem você tem a intenção de passar boa – ou a maior – parte da sua vida, o ritual se realize.

Eu não achava que isso faria muita diferença, mas faz, sim! É importante fazer as juras de amor e fidelidade diante de todas as outras pessoas que são importantes na sua vida. Sim, elas já sabiam que havia amor ali, mas oficializar isso tem seu inestimável valor.

É importante ver no olhar do outro o quanto ele está inteiro naquela relação tanto quanto você, a ponto de demonstrar isso publicamente e, para os que acreditam, demonstrar também perante Deus.

O ritual tem sua magia, desde que o casal esteja no mesmo ritmo de certeza de que é isso mesmo que querem, com aquela pessoa. E festejar essa escolha é bom demais! É quando a gente se dá conta de que, no mundo em que vivemos, com as relações tão superficiais que nos cercam, o bonito é poder celebrar o comprometimento de duas pessoas que se amam e que sabem do que há de bom e de difícil na vida a dois.

Apesar de velho e conhecido, é só quando o discurso sai da nossa boca, que entendemos o valor e a verdade de “amar-te e respeitar-te até que a morte nos separe”. A gente sabe que precisa mais que isso: precisa amar, respeitar e viver feliz a maior parte do tempo. Fazer a relação continuar gostosa. Continuar fazendo o outro tão admirável quanto ele é naquele dia da promessa.

Assim, são vários os compromissos a dois. E por isso o dia do casamento é também o marco de que você acredita que pode fazer dar certo. E que, sem dúvidas, vale muito a pena!

5 comentários:

Terra de Cego disse...

Seguindo seu conselho, caríssima prôfa... vou me casar agora, 26/11!!! rsrsrs
Deseje-me sorte!

gelisca disse...

Parabéns!!! Fico feliz por ti.... agora tens que postar um foto de noiva..... que aliás deveria estar linda!
bjuss

Angélica c. de Aguiar

mãe disse...

Amei a foto... e o texto, claro !
bjs

Clarissa disse...

é mana... tbm acredito que casar com tudo que se tem direito é maravilhoso, não só pela emoção vivida (que não tem preço), mas tbm pq qdo amamos e estamos felizes queremos compartilhar com todo mundo (e fiz duas vezes, né!). Mas a vida a dois sempre tem os altos e baixos e então "qdo os ventos fortes soprarem" vcs tem que buscar em Deus (o mais nobre convidado testemunha da união de vcs) para que Ele, os ajude a passar os momentos ruins. Isso é fazer dar certo... e qdo há amor verdadeiro a gente sempre faz dar! Deus abençõe sempre os meus afilhados! bjos

Daphine Guimarães disse...

Eu como romântica assumida e fã de tudo que vc escreve... amei esse texto!
Espero que um dia eu consiga ser feliz no amor assim!!
saudade suas princesa.
beijo da amiga Daphine