Resolvi passar um pouco de maquiagem no rosto hoje, para aparecer diferente na câmera. Até eu me estranhei! Também me dei conta de que não tenho passado perfume ou calçado sapatos. Bem, a questão do perfume é fácil de resolver, mas sobre os sapatos... prefiro passar o dia descalça mesmo. Afinal, na webcam, ninguém olha para os seus pés. Sabe, esse ano passei por uma situação engraçada com uma aluninha de 5 anos de idade. Enquanto eu fazia uma visita à sala dela, ela veio até mim e disse: "Ms. Bianca, esse seu sapato está velho, né? Olha só!". Nunca mais usei aquele sapato novamente. As crianças observam tudo! Mas não agora, quando só enxergam o meu rosto pela câmera.
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Depois desse tempo todo em pé, na cozinha, volto ao home office. Minha cadeira está se tornando desconfortável ou minha disposição para estar naquela salinha com as duas meninas é que está reduzida. Engraçado é que elas parecem curtir à beça a "nova escola". Minha filha mais nova, quando me viu maquiada de manhã, desesperou-se: "Mamãe, onde você vai? Quem vai ficar com a gente? A gente não quer outra professora!". É uma fofa! Mas tem horas que eu adoraria abduzir a professora dela aqui pra casa, com máscara no rosto e álcool gel na mão, desde que eu tivesse uma folguinha.
Depois da contação de histórias com livros da Eva Furnari, que minhas filhas amam, depois que elas dormiram e eu trabalhei mais um pouco no computador (pois é, no home office, você não tem horário certo para trabalhar, o que pode facilmente acontecer à noite, quando as crianças já estão dormindo e você se sente um pouco mais em paz para pensar sem ser interrompida), decidi escolher um filme cult para ver com o maridão: "Clair Obscur", uma produção turca e bastante densa. Fiquei tensa e triste com o filme. Embora tenha atuações excelentes, não é um filme que eu recomendaria, não... sorry! É daquele tipo que, quando termina, você olha para a pessoa ao seu lado e um pergunta ao outro: "É sério que acabou assim?".
Só consegui desopilar e dormir com possibilidades de sonhos bons depois que li mais um pouquinho do livro maravilhoso que está na minha cabaceira no momento, da Nina George, intitulado "A livraria mágica de Paris". Mas desse eu só vou falar aqui depois que terminar de ler... Au revoir!
Um comentário:
Que dia, hein? Hehe...a mãe está aqui dizendo que cada uma das irmãs teve 4 filhos e todos viveram, viu, prima? Vai dar tudo certo! Mas que venham dias mais tranquilos pela frente!
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